Muitas vezes reclamamos quando algo dá errado ou quando aquilo que a gente planejou tanto não sai exatamente do jeito que queríamos, mas no final de tudo Deus nos mostra a razão de não ter dado certo. Muitas vezes Ele nos livra do mal que para nós, naquele momento, parece bom, mas pode nos custar a vida. Confie em Deus de todo o coração.
nessa data querida,
muitas felicidade,
muito anos de vida!"
Setembro é mês de aniversário e adivinhem quem está completando 2 aninhos? Isso mesmo, o nosso Diário Colorido! E eu tenho uma surpresinha pra vocês. Uma não, váaaaaaarias! Primeiro eu gostaria de dizer que eu e meu namorado compramos a Niña. -Ninã, Joanna?- Sim, a nossa nova bebêzinha.
A Niña é a nossa primeira câmera (Canon 60D) de muitas que estão por vir e esse foi o primeiro presente que demos ao blog -e a nós, claro- para a melhor qualidade das próximas fotos e vídeos. Sim, VÍDEOOOOOOOS! Vamos gravar váaaarios vídeos com a Niña e muitas fotos de looks, tanto os meus quanto os looks do meu namorado (porque o Diário Colorido é para todos e tem que ter dicas de looks para os meninos também).
Até então nós só compramos o corpo da Ninã (e se acostumem porque nós chamamos a câmera assim mesmo) mas já estamos providenciando os acessórios -lentes, tripé, grip, flash, etc- e não se preocupem que isso será em pouco tempo. Eu quem sou ansiosa e queria vir aqui para dizer logo a vocês essa novidade.
Eu estou muito feliz gente, muito mesmo! O blog só tem 2 anos no ar e já tem um público significante pra mim e é através disso que eu estou tentando ao máximo para dar o meu melhor e repassar cada vez mais sobre o que eu gosto -e o que eu não gosto também- aqui. Eu amo compartilhar experiencias com vocês e vocês comigo.
Agradeço primeiramente a Deus por esse meu mundinho colorido ser tão abençoando e cheio de pessoas lindas, ao meu namorado que me ajudou e me ajuda muuuuuito com o blog e a vocês que sempre estão visitando esse meu pedacinho virtual.
OBRIGADA DE VERDADE, GENTE!
Ah, e tem mais novidade, é só ficar ligado que daqui a pouquinho torno aqui para contar mais coisinhas a vocês.
Quem nunca parou um dia para conversar consigo mesmo? Eu um dia desses tive uma conversinha muito séria comigo mesma. Sabe quando a gente quer fazer tudo e acaba não fazendo nada? Quando chega ao ponto de ficarmos falando, falando e agindo que é bom...
Quero fazer tantas coisas mas isso virou um problemão pra mim, porque eu não estava tendo tempo e nem paciência pra tanta coisa. Vejam só, até do blog eu me afastei, comecei a tirar nota baixa e atrasando trabalhos da faculdade, chegando atrasada no trabalho e na igreja. "Cara, PARA!" E eu parei.
Comecei a rever o que eu estava fazendo, que inclusive no final de tudo eu não estava fazendo absolutamente nada, e decidi começar tudo de novo. Eu estava começando a ficar super estressada, mal humorada e impaciente, mas agora, vejam só a foto acima, eu estou bem mais aliviada. Consegui me organizar, me desprender um pouco de coisas desnecessárias (das redes sociais, por exemplo) e voltei ter tempo para fazer tudo com perfeição. Percebam que eu até estou escrevendo esse texto para mim mesma aqui no blog, coisa que estava sendo bem difícil, pois até parei de escrever por algum tempo. Que tristeza, hein Joanna? Pois é, eu estava perdendo as coisas que haviam de melhor por falta de tempo, por falta de sabedoria em saber organizar e otimizar o meu tempo que é tão pouco, porém precioso.
"Voltei recife, foi a saudade que me trouxa pelo braço", é gente, eu voltei. Voltei para os meus amigos, para a minha faculdade, para realizar os meus sonhos, pois eu estava aqui apenas de corpo presente (e as vezes nem isso) e a mente pensava em fazer tudo mas não conseguia fazer nada.
"Eu voltei agora pra ficar, por que aqui, aqui é o meu lugar." hahaha.
Beijos amigos, até logo. Fiquem com Deus! ❤
Isso me dói mais e mais a
cada dia que se passa, machuca a minha alma, queimam as minhas ideias e
diminuem minhas esperanças de crescer artisticamente... Sinto-me incapaz de
fazer e lutar por alguma coisa, pois vivenciei cenas maravilhosas, no qual estão
mortas hoje, mais do que as pessoas que interpretamos mas que ainda vivem apenas nas
minhas lembranças, nas nossas lembranças, aliás. Culpa minha? Pois é, também é
culpa minha sim, pois eu não fui forte o suficiente a ponto de manter e
defender essa causa.
Ah que saudade daquela
época, que faz tão pouco tempo que se passou, mas que parece tão distante. Eu
gostava das encenações, das músicas que fazíamos, dos personagens históricos,
que mesmo já depois de mortos, ressuscitaram nos palcos e os corações deles,
que não batem mais aqui na terra, bateram fortemente em forma de aplausos e
sorrisos, da minha parte foi de choro mesmo, choro esse que ninguém viu, choro
de felicidade e alegria por estar participando de espetáculo tão grandioso, interpretando
uma grande mulher.
Revolucionária eu? Lembro
que já me chamaram assim, acho que foram um de vocês que fizeram parte comigo
desse espetáculo quem falou esse absurdo! Se eu fosse mesmo uma “revolucionária”,
eu teria lutado por nós, teria nos mostrado o tamanho da nossa capacidade a
ponto de nenhum de nós pararmos de atuar, mesmo sem plateia, mesmo sem aplausos
(coisa que é impossível de não se ter, com as qualidades que cada um de nós
temos, né verdade?), eu nos convenceria de que somos bons sim, que vamos fazer
a diferença por Recife a fora e que assim iriamos ganhar o mundo, levando
esperanças, caridades, sorrisos, amor e fé de que o mundo ainda pode mudar, se
nós transmitíssemos o amor.
Faltou-nos o amor, o amor
pelo nosso próximo, e nos ficou o egoísmo, a ponto de não percebemos que esse
clube cheio de grandes estrelas parassem de brilhar para outras pessoas que
vivem na escuridão. Faltou-nos vontade e crença, pois a nossa preguiça falou,
falou não, gritou em nós a ponto de não crermos que somos realmente excelentes
naquilo que fazemos em cima dos palcos.
Eu acho que eu ainda não
desistir do Clube da Mudança. Eu vejo livros, peças e mais peças teatrais
cheias de músicas e poesias escritas com essa frase a cada final do espetáculo:
“E esse é o Clube da Mudança!”. Tenho saudades e sinto um dó danado, pois estamos
vazios, estamos vivendo como mais um jovem que trabalha e estuda para ter um
bom futuro e ser mais um adulto normal. Não somos assim, somos diferentes,
somos a mudança, somos aqueles que serão lembrados por gerações e gerações,
encorajando outros jovens a correrem atrás dos seus objetivos. Mas, quem vai
acreditar em nós, se nós mesmos não acreditamos nesse Clube? É dinheiro que nos falta
ou vontade? São os obstáculos ou pedras que nós somos os primeiros a colocarmos
em nossos caminhos? É a falta de oportunidade ou somos nós quem não nos
permitimos? Quantas perguntas para poucas respostas... Será que somos capazes
de responder com sinceridade ou vamos por mais uma vez deixarmos isso pra lá?
Bom, é uma pena. Mas é isso
aí, vamos nos escondermos e continuarmos a viver como “pessoas normais”. Adeus
amigos, sinto muito por essa falha nossa, sinto muito por essa falta de vontade
e sinto mais ainda de sermos tão hipócritas e idiotas a ponto de abaixarmos a
cabeça e apagarmos o nosso brilho.
MORRE
LO CLUBE DA MUDANÇA!





